22.9.09
8.9.09
2.9.09
VazzZzZzzZio
Quem vem
1.9.09
Devaneios
Já não espero
Foi sentimento real, intenso, no sentido de ter vontade de ser vivido.
Bom em momentos e ruim em outros é: não saímos crus, de um tubo de ensaio em cada nova situação, vivemos uma após a outra somando percepções, vontades e ascos. Entre meus ascos está a colocação de problemas próprios acima dos outros, tanto dos que rodeiam a bolha quanto dos que estão dentro dela.
A espera, a superação da repetição já se fez presente (no asco) e é o que me leva ao questionamento – Não querer, sim querer, talvez querer, e então, pelo que esperar de fato.
Discordar de diversas formas de prisão, e então, por que a prisão emocional, a prisão própria, se faz permitida sem revolta e sem discórdia?
O motivo pela espera se faz justo? Até onde vai a justiça de mim para mim mesma?
Já não espero mais...
Talvez eu perca com isso, talvez todos percam... Só o que sei é que não me perco mais.
Aprender como suas emoções afetam outras pessoas é aprender a controlá-las, antes disso, é egoísmo.
São meus sentimentos dando a volta no caracol e indo de encontro com um coração – de entrada fina e áspera. (é o tipo do sentimento que posso ver desenhado)
Sempre me perguntei como seria a pessoa perfeita pra mim. Desfiz de mil requisitos e hoje sei que são, unicamente, as de sentimentos intensos.
Jamais aprenderei a gostar como os outros gostam e jamais saberei ensinar meu jeito de sentir, então, estou de acordo também em não me adaptar a essas diferentes formas, a partir do momento que isso não me faz bem.
Fico com o que sou e com minha esperança do que as pessoas podem ser.
Já não espero mais.
“Eu tenho tanto, pra lhe falar, mas com palavras, não sei dizer.” – Já dizia o rei.
Babi Gatti / 2009
Triste é não fazer nada!
Como entender grandes desentendimentos? Como entender fatos amplos, como as guerras, os maus tratos sem distinção de espécie, tudo o que vemos no mundo e julgamos como errado?
O problema é que, com o passar dos anos, as pessoas foram “aprendendo” a não fazer nada umas pelas outras, independente do grau de distância emocional, por medo ou por que quer que seja.
Quantas vezes já nos deparamos com a pergunta “qual é a formula da paz?”, “qual a solução para o mundo?”. Normal mil coisas passar em nossas cabeças diante disso, como por exemplo, colocar a culpa na política, nos governantes, em Hitler que matou e semeou a discórdia. E por que não, em nós mesmos?
Difícil é conseguir pensar em algo com a mesma rapidez se nos deparássemos com “o que fazemos, minimamente, para contribuir ou evitar a tal formula da paz”? A quem nós defendemos? Que tipo de briga compramos e por quais razões? O que nos faz dignos do mundo, e antes disso, de nossos familiares e amigos?
Uma vez me disseram “ela se meteu para defender a família e foi proibida de viver, conviver”. E de que vale qualquer tipo de convivência amarela e união em prol da paz se não estamos tranqüilos com nossa consciência e com aqueles que nos rodeiam? Qual o sentido? O que mais vale, a justiça, a demonstração de consideração e proteção e a intenção de distribuir consciência consciente, ou um bom peru de natal e um sorriso amarelo no rosto?
Incompreensível onde fomos parar e como fomos parar. Estagnação. Os valores se confundem de forma exata, menos virou mais. A aceitação em passar a vida enxugando gelo, em ter sua realidade eternamente segura por um fiapo de cabelo, é aceitável! Socorro!
Triste é não fazer nada. Medo de agir na loucura alheia? Triste é não fazer nada.
Babi Gatti / 2009
Nesse mar de infinitas possibilidades que existem a nossa volta, por que continuamos recriando as mesmas realidades? Não é incrível que temos opções e potenciais que existem mas não somos conscientes destes? Não é possível que estejamos tão condicionados a forma com que criamos nossas vidas que compramos a idéia de que não temos controle algum?
Fomos condicionados a crer que o mundo externo é mais real que o interno.
O que acontece dentro de nós irá criar o que acontece fora de nós. A percepção é a única realidade.
Babi Gatti / 2005
Você tenta ser legal
Mesmo quando está tudo tão fora do normal
A vida vai passando
As pessoas se desapegando...
Nessas horas eu peço calma
Enquanto meu corpo precisa da sua alma
A realidade é prudente
Porém difícil quando todos querem ser diferentes
Eu me baseio no espiritual
Deixando de lado essa coisa banal
Que mexe com a gente
Tornando a falsidade cada vez mais freqüente
Eu odeio mentira, sigo sempre pela minha ira
Uma ira do bem, só será feliz quem tem.
Babi Gatti / 2005

